segunda-feira, 20 de junho de 2016

f.s. na rua

 
 
foi um fim de semana em que pouco paramos por casa.
Até porque a minha vizinha de cima está em obras, e o condomínio também. Tenho andaimes ao nível das janelas, pelo que temos de ter tudo fechado.
A melhor opção foi sair. Mesmo com tanto calor que esteve.
 
Almoçamos no Sábado numa esplanada de Lisboa, embora estivesse muito calor, conseguimos uma boa sombra, as saladas estavam realmente maravilhosas .Ali estivemos com amigos do coração a falar nos nossos próximos projectos.
 
Passámos depois pelo Largo Camões, fomos levantar um livro, aquela livraria é uma preciosidade. Encontramos lá relíquias maravilhosas.
O Largo Camões estava insuportável de tanta gente, tanto barulho. Não volto tão depressa.
A cidade estava cheia de gente, ora por manifestações e transito cortado, ora por imensos turistas, e por nós mesmos, os portugueses que estávamos já em modo Selecção.
 
Terminamos com um gelado italiano no Campo Mártires da Pátria.
 
No Domingo, um almoço de família, que bom, sardinhas, carapaus, batata cozida, muita salada.
 
Mais tarde um lanche ao ar livre, no jardim de outros amigos do coração, em que o pequeno se deliciou com a piscina e com o cão.
Acho que se constipou, vou rezar para que não piore.
Mas que bom estar por ali, a conversar.
 
Os Amigos são das melhores coisas da vida.
Obrigada.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

Boa!!!!

e é assim... quando muitas vezes dizem isto e aquilo...eles vêm de lá e revelam-se Grandes!!!

Maravilhosa Irlanda!



quarta-feira, 15 de junho de 2016

factos


 

para mim, é a minha opinião.
 
De Nós:
fiquei com a sensação que se calhar..... vai ser mais difícil do que eu estava à espera.
Massssss, temos o melhor jogador do mundo e ponto final.
Pareceu-me que jogámos muito melhor, jogámos mais, somos bons.
Infelizmente  não foi possível, paciência. Mas espera lá... não perdemos, pois não?
Não é de um momento para o outro que nos tornamos bestas ou é?
Ainda não fizemos as malas. E se fizermos em breve, não é vergonha nenhuma, acontece muitas vezes aos melhores. E nós somos bons.
 
Da Islândia:
Ora lavei os olhos sim senhora!  havia por ali belissimos exemplares masculinos. Sim senhora!
adorei a simplicidade, o acreditar, o seu publico. Estiveram muitíssimo bem.




segunda-feira, 13 de junho de 2016

do arraial


como devem calcular, não gosto.
mas quero acrescentar que no arraial normalmente gosto de ver as bandeirinhas de muitas cores a voar com o vento, presas por fios agarrados aos postes de electricidade. Gosto do cheiro das sardinhas, adoro sardinhas, gosto da banca de manjericos com o pauzinho que tem uma tira de papel com uma quadra.
Não gosto do estado de euforia com que as pessoas ficam, parecendo que nunca mais vai haver  festa, não gosto do tipo de musica ( atenção que respeito a tradição).

Mas o pequeno convenceu-me a ir ao arraial ao pé da escola dele.
Já tinha dito a mim própria que gostaria de lá passar para contribuir com a compra de qualquer coisa. Já tinha percebido que a organização é feita pelas pessoas daqui no bairro ligadas à igreja católica. Aqui no bairro não há igreja, a celebração da missa é feita no pavilhão da escola primária onde anda o meu filho. A catequeses é também lá. Muitos outros eventos são lá.
Os fundos recolhidos têm como destino a construção de uma igreja.
Lá fomos os dois, o marido teve de sair para o trabalho.
Ainda estavam poucas pessoas, escolhemos duas febras grelhadas no pão, água, sumo e o pequeno não resistiu ao arroz doce.
Sentamo-nos numa mesa junto ao parque infantil ,  depois  ele correu para o parque, jogou à bola com outros meninos que conheceu. 
Ali estava eu, sentada à mesa, com aquela musica..... até que apareceram duas meninas tímidas, pequeninas, a dizer: "uma moedinha para o Santo António!".Dei uma moeda a cada menina e tive direito a um cravo de papel. As meninas estavam orgulhosamente vestidas com roupas à saloia.
Minutos depois apareceu uma senhora que se apresentou e que me pediu para escrever o que eu entendesse numa bandeirinha vermelha. Fazia parte da organização.
Disse: "escreva algo que a fizesse feliz, ou que a tenha marcado mais". 
Inspirei-me, e escrevi o que sentia no momento.
Passados uns minutos ela voltou e pediu-me para ir com ela pendurar a bandeirinha no fio. Sorria, disse que era ela que dava a catequese, agradeceu, desejou-nos um bom arraial, deu-me dois beijinhos e um sorriso aberto.
Aquela mulher estava realmente feliz por estar ali, estava feliz pela partilha, estava realmente feliz.

eu também fiquei, gostei de falar com ela. Entretanto chegou imensa gente, a fila para as sardinhas ficou enorme, o pequeno estava radiante.


domingo, 12 de junho de 2016

feira do livro

começamos o dia de hoje com uma visita à feira.
não queríamos fazer uma maratona, queríamos passear, ver a feira, tomar um café .
o marido teve a boa ideia de estacionar o carro numa rua próxima da Estufa Fria, nada de confusão e entrámos junto ao parque infantil, que tem uma esplanada maravilhosa. 
O pequeno adorou brincar no parque, que a bem dizer, é um parque infantil para a idade dele e não para os mais pequeninos.
Nós tomámos café na esplanada, à sombra e relaxar.
Fomos depois à feira, havia boas oportunidades de compra, o dinheiro é que não estica.
Andamos por lá, cada um a ver o que lhe interessava. 
Pelo percurso encontramos vários quiosques:  bebidas como limonada, café Delta, cerveja, farturas, petiscos de Óbidos, o verdadeiro Brigadeiro português, comida vegetariana, gelados, etc... 
De manhã o calor já apertava, a mim custa-me imenso e por isso não sou capaz de andar por lá muito tempo. Estava uma brasa, descansámos novamente noutra esplanada, onde almoçamos pão com chouriço, uma sangria, água e a necessidade de sombra.
vista da esplanada para o parque

o pequeno adorou esta brincadeira





a escolha do pequeno : um livro sobre dragões com 12 figuras para montar

uma das leituras preferidas do pequeno.

este quiosque é mesmo amoroso e apetitoso.




um dos dragões

as compras: o livros dos dragões, para o marido uma b.d. da Star Wars e para mim um livro muito giro " Burros".