Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
talvez antes de ver o filme.
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
f.s.
embora a cabeça não me tenha permitido um bom fim de semana ( já sei, é bem feito!!! pelos meus pecados!!!)))
ontem consegui manter os mínimos, e deu direito a scones e bolo de limão.

ontem consegui manter os mínimos, e deu direito a scones e bolo de limão.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Mary Cassat
dum vento muito especial....
in A Sombra do Vento pág 9
"Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos sob suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece. "
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
do vento
"Aqui eu te amo, nos escuros pinheiros se desenlaça o vento. Fosforesce a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se. Define-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
Ás vezes uma vela."
Pablo Neruda
Andam dias iguais a perseguir-se. Define-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
Ás vezes uma vela."
Pablo Neruda
hoje está um lindo dia de vento
adoro o vento, senti-lo na cara, nas costas, adoro ser empurrada por ele.
Adoro vento.
quero poemas do vento.
Adoro vento.
quero poemas do vento.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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